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No passado dia 26 de janeiro de 2018 teve lugar no auditório da agência portuguesa do ambiente a apresentação do diagnóstico e prospetiva dos Resíduos Perigosos em Portugal, com intervenções por parte da APA e do Observatório dos Cirver e presença do Secretário de Estado do Ambiente.

 

Numa análise global ao desempenho dos operadores de gestão de resíduos perigosos foi possível concluir que de 2009 para 2015 houve um aumento, em mais 3%, de resíduos perigosos, com a consequente redução do quantitativo eliminado em aterro.

 

Comparativamente às médias comunitárias, disponibilizadas para 2014 pela Comissão Europeia, podemos verificar que Portugal apresenta um desempenho acima da média, sendo a taxa de valorização nacional de 48% e a média europeia 45%. É de referir também que as entradas por movimento transfronteiriço de resíduos perigosos têm ganho alguma expressão nos últimos anos, no entanto, no que respeita às saídas de resíduos perigosos do país, estas são negligenciáveis, uma vez que Portugal se apresenta hoje em dia autossuficiente para o tratamento desta tipologia de resíduos.

 

No evento, foi ainda apresentada uma previsão da evolução da produção de resíduos perigosos e da utilização da respetiva capacidade dos cirver (aterro), o que permitiu concluir que a capacidade atualmente disponível dos aterros dos CIRVER será comprometida até 2024, se forem depositados os resíduos perigosos provenientes das atividades correntes mais resolução de passivos ambientais mais internacional, ou 2030, se apenas se depositarem os resíduos perigosos provenientes das atividades correntes.

 

Esta conclusão está em linha com o que a Ecodeal defende e que motivou o pedido de prorrogação da licença de exploração do Cirver ao abrigo do decreto lei 3/2004.

 

Descubra mais alguns dos valores apresentados no evento!

(http://observatoriocirver.apambiente.pt/assets/Sessao_RP_Apresentacao_Avaliacao_prospetiva_evolucao.pdf)

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